A carteira nacional de identidade unificada foi lançada, nesta quarta-feira (23), pelo presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto. O novo RG vai usar o número do Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF) como identificação única dos cidadãos. 

Na prática, o que muda no documento? 

O novo RG será o substituto da identidade atual, sem substituir nenhum tipo de documento que está em vigor. A identificação ganhará um QR Code, que pode ser checado offline. 

A nova carteira poderá ser considerada um documento de viagem nos países do Mercosul. Nela, constará o código MRZ (Machine Readable Zone), um código de padrão internacional que também está presente nos passaportes. 

A emissão da carteira será gratuita, e os institutos de identificação terão prazo até 6 de março de 2023 para se adequar à mudança. O decreto entrará em vigor no dia 1º de março. 

Segundo o governo, os documentos continuarão sendo emitidos pelos órgãos estaduais, como secretarias de Segurança Pública, mas terão o mesmo formato e padrão de emissão. 

▪️ Quando estiver disponível, o novo RG, terá validade de dez anos. Os documentos atuais de cidadãos com idade até 60 anos serão aceitos por até dez anos. Para os maiores de 60 anos, o RG antigo continuará valendo por tempo indeterminado.